Novo Workshop Internacional de Constelações Organizacionais

Conduzido pelo constelador internacional Cecilio Regojo, o workshop auxiliará aqueles que possuem algum conflito relacionado com a área organizacional

Em 29 de junho, o constelador internacional Cecilio Regojo promove, em Curitiba, um workshop aberto voltado às constelações organizacionais. O evento acontece no Hotel Flat Petras, das 8h30 às 17h30, e abre o segundo módulo da 37ª Formação Internacional em Systemic Management e Constelações Organizacionais, que será realizado entre 29 de junho e 7 de julho.

O workshop, que já aconteceu em mais de dez países, conta com vagas limitadas e será voltado para profissionais e empresários que desejam solucionar algum conflito relacionado à área organizacional, como os relacionados à gestão, decisões, fusão, sociedade, compra e venda, entre outros. O investimento para participar é R$ 800,00. Já para garantir a constelação de um tema, o valor é R$ 1.200,00.

Mais sobre Cecilio Regojo

Com experiência empresarial de mais de 40 anos, Cecilio é formador internacional em Constelações Organizacionais e Systemic Manager e master trainer certificado pela Infosyon (International Forum For System Constellations in Organizations). Suas formações podem ser realizadas em português, espanhol, inglês e francês.

Informações e inscrições

O workshop, bem como a formação internacional, é co-realizado pela Vera Boeing Desenvolvimento de Pessoas. Para mais informações ou para realizar sua pré-inscrição, entre em contato conosco pelo contato@veraboeing.com.br ou 41.99968-2687.


Você lida bem com as emoções?

Cada vez mais, nosso mundo se torna regido pelo tempo. Temos prazos curtos e velocidade cada vez maior, impossibilitando nosso corpo de tomar o tempo necessário para processar os sentimentos e emoções que surgem de nossa experiência.

Mas também no nosso passado, quando menores, ainda que tivéssemos tempo, não tínhamos a capacidade de lidar de maneira saudável com o que se expressava por meio das nossas emoções. Faltavam vocabulário e maturidade.

E quais são as marcas que o tempo agitado de hoje, ou do nosso pouco acesso e incentivo para trabalhar nossas emoções no nosso passado, influenciam na nossa vida atual?

Para ter uma ideia da importância da capacidade de lidar com as próprias emoções, trazemos um dado da Organização Mundial de saúde: a OMS (Organização Mundial da Saúde) propõe dez competências para que possamos ter qualidade de vida. Dessas, seis são habilidades emocionais.

Emoções são a linguagem do nosso corpo

Temos vários centros de processamento no corpo. Estamos em um tempo no qual o processamento racional é extremamente valorizado, e o cérebro neste cenário é o rei. Ele, claro, é extremamente valioso. Mas neste caminho, estamos esquecendo de ouvir uma voz que fala tão alto quanto, ainda que não seja de uma forma tão linear quanto a racional.

Nosso corpo fala a linguagem das sensações, que são as emoções que se manifestam e que sinalizam algo para nós. Mas a somatização é um processamento importante e que, com frequência, somos estimulados a ignorar.

Ignoramos pois o corpo pede um pouco mais de atenção e tempo para ouvirmos a mensagem que ele deseja passar. E estes dois elementos são escassos hoje. Estamos desatentos, pois nunca tivemos que lidar com tanta informação vinda do mundo externo quanto atualmente. E além disso, nossa cultura valoriza a falta de tempo como um sinal de sucesso no campo profissional.

E quando deixamos de dar atenção ao corpo e às emoções que se expressam nele, perdemos. O resultado são as doenças modernas, como depressão e outros desequilíbrios.

Abrir espaço para olhar para as emoções

Estudos recentes dizem que, aumentando os nossos níveis de inteligência emocional, aumentam os nossos níveis de satisfação com a própria vida e, por consequência, a nossa autovalorização.

Na nossa infância e juventude, não tivemos um desenvolvimento ótimo que nos tenha permitido desenvolver as nossas capacidades emocionais; a boa notícia é que a inteligência emocional desenvolve-se durante toda a vida, já que o cérebro é plástico e possui uma imensa capacidade evolutiva.

Ter o sistema emocional reconhecido e bem desenvolvido é uma grande ferramenta para nos tornarmos melhores em nossos relacionamentos, no trabalho e na vida. A razão ganha um grande aliado nas mãos de um corpo educado e em controle de suas emoções.

E as competências emocionais permitem organizar a nossa vida de uma forma sã e equilibrada, facilitando-nos experiências de satisfação ou bem-estar.

Quem conhece e sabe gerenciar as suas emoções, está mais preparado para ter melhores resultados no mundo profissional e pessoal.

Quem entende como gerir e focalizar a sua energia, tem maiores garantias de ter êxito na vida. As emoções são a essência e o núcleo sobre os quais se constroem as relações e se tomam as decisões. Focalizando nossa energia, sabemos onde estamos e para onde caminhamos.

Programa Internacional Desbloqueios Energéticos e Emocionais

Eva Sánchez estará no Brasil trazendo o curso de Desbloqueios Energéticos e Emocionais, em julho, pelo terceiro ano consecutivo. A formação trabalha principalmente o gerenciamento e reconhecimento das emoções e dos bloqueios emocionais que atuam na nossa vida.

O objetivo é levar aos participantes maior capacidade de reconhecer e gerenciar o que atua em suas dificuldades e, dessa forma, alcançar uma melhor inteligência emocional e qualidade de vida.

A formação acontecerá nos dias 5, 6 e 7 de julho de 2019, em Curitiba, e contará com conteúdo teórico e prático, sempre com casos reais trazido pelos participantes.

A iniciativa é aberta tanto para pessoas que desejam trabalhar seus bloqueios emocionais quanto para profissionais que esperam incluir ferramentas de desbloqueios energético em seu campo de trabalho.

Saiba mais

 

Mais informações

Vera Boeing: (41) 99968-2687 | contato@veraboeing.com.br

Página da formação: https://veraboeing.com.br/cursos/programa-de-desbloqueios-energeticos-e-emocionais/

 

 


O papel do constelador sistêmico

A constelação sistêmica tem se tornado um conhecimento popular no trabalho terapêutico, além dos campos do direito, da saúde, da educação e da consultoria organizacional.

O conhecimento trazido pelo alemão Bert Hellinger tem encontrado resultados positivos nessas aplicações, tornando-se cada vez mais uma filosofia ampla e de grande aplicação prática.

Entre aqueles que praticam esse olhar, muito se fala do papel do constelador, tanto quanto profissional quanto na vida pessoal.

Isso porque a constelação sistêmica é, para além de um conhecimento, uma postura de vida. Um olhar que foca no todo diariamente. Que permite perceber o algo maior que se manifesta em cada indivíduo. E principalmente, que percebe que por debaixo da superfície, há muito que atua sem que possamos perceber.

O papel do constelador é permitir a si e aos outros se aprofundarem no que atua na vida de cada cliente.

 

Um breve resumo

A constelação familiar surgiu por meio do estudo e prática diferenciada em trabalhos terapêuticos de profissionais como como Virginia Satir, Ruth McClendon, Les Kadis e Thea Schönfelder. Porém, este trabalho se popularizou com o alemão Bert Hellinger.

Hellinger foi um seminarista que teve entre suas experiências a coordenação e o trabalho missionário na África, onde teve contato com povos zulus. Lá, ele pode conhecer um olhar diferente para aspectos de grupo, que mais tarde transpareceu nos seus estudos como as ordens dos relacionamentos: a ordem, o equilíbrio e o pertencimento.

O terapeuta alemão observou que, como somos partes de um sistema – o familiar – os acontecimentos anteriores que ocorreram a integrantes deste sistema geravam um campo de influência sobre os que vieram depois, principalmente em um intervalo de quatro gerações.

Assim, um bisneto estava no campo de influência do seu bisavô/bisavó, mesmo que estes nunca tenham convivido. O vínculo familiar é o laço que une todos os destinos em um sistema, e o amor, ou a lealdade profunda entre eles, é o que incita a repetição dos destinos difíceis.

Esta é uma das maiores contribuições atuais no campo do trabalho terapêutico, fazendo Hellinger ser considerado um dos principais pensadores.

O profissional de constelação

Com essa ferramenta trazida por Hellinger e todos que vieram antes dele nesse campo, é possível olhar profundamente o que atua nas questões difíceis que são relatadas pelos clientes.

Ao mesmo tempo em que é simples, esta metodologia é capaz de trazer um grande movimento para a vida daqueles que buscam a constelação como forma de olhar para suas dificuldades.

Ela é eficiente e profunda. E por isto mesmo, o constelador necessita, antes de qualquer coisa, de responsabilidade e seriedade para que possa servir ao cliente sem interferir e sem intenção.

Sem intenção

Em todo o profissional de ajuda há o desejo de oferecer algo ao cliente. Esta é uma característica que o coloca neste campo de atuação. Porém, como Hellinger traz no livro “Ordens da ajuda”, é importante que esta intenção seja limitada ao servir, e não no resultado que o cliente receberá de seu serviço.

Esta “não intenção” é um dos principais pontos da postura correta deste trabalho. Nela, está inserido o aceitar daquilo que surge numa constelação. E por consequência, aquilo que é importante e essencial para o cliente.

No campo, podemos observar, por exemplo, que algumas vezes não surge o movimento de conciliação entre aqueles que estão sendo representados no sistema. Um profissional que não aprendeu a lidar com a sua intenção poderá sentir o movimento de fazer algo para resolver o conflito. E isto pode ser muito perigoso. É preciso abrir mão da arrogância, que imagina que pode resolver tudo, e que se coloca acima da inteligência do campo.

Com amor

Como humanos, temos na empatia uma ferramenta de sobrevivência. Já como consteladores, precisamos estar mais neutros, para não cairmos na armadilha de que há um lado bom e um lado ruim no sistema.

Hellinger muitas vezes escreveu e disse em seus seminários que o principal trabalho do constelador é incluir os excluídos do sistema. Só dessa forma o cliente encontra um caminho para resolver emaranhamentos profundos.

Isso porque o excluído representa uma das maiores forças tensionantes, pois outros integrantes desejam retirá-lo do seu pertencimento, e o sistema, como consciência, faz todo o possível para mantê-lo e assegurar o seu lugar.

O constelador precisa estar neutro para que possa oferecer o continente necessário para que seja possível ao cliente alcançar e integrar o que é difícil em seu sistema familiar.

A verdade

Ao constelador, é necessário também não somente conhecer o que a constelação sistêmica traz, mas também viver e praticar no seu dia a dia o olhar desta filosofia. Só assim ele pode apurar seu tato para auxiliar aqueles que o procuram.

Além disso, a conhecimento sistêmico de Hellinger não é apenas uma teoria, mas algo com aplicação prática. Podemos observar claramente seus efeitos por meio de uma constelação, mas também podemos observar na nossa rotina com nossos familiares, relacionamentos e trabalho.

Ao profissional da constelação, é pedido que desenvolva sua visão para abarcar todos estes conhecimentos no seu dia a dia.

Formação nas Novas Constelações

Conheça a Formação em Novas Constelações Sistêmicas, com Vera Boeing, em Curitiba.

Saiba mais neste link: https://veraboeing.com.br/cursos/formacao-nas-novas-constelacoes-sistemicas/